Mais que qualquer guru ou livro de auto-ajuda, Nietzsche e seus aforismos me ajudaram a viver e sobreviver por quase duas décadas, desde que o descobri, num pocket book esquecido num canto de uma livraria. Talvez eu seja uma corda esticada sobre um abismo. Só não sei o que há de cada lado.
Comprei um violão, de novo, e percebi que estou finalmente voltando a ser... eu.
Aí voltei ao Nietzsche: torna-te quem tu és.
Estranho como é fácil andar distraído por aí e perder a trilha para si mesmo. É também verdade que aquilo que não te mata, te faz mais forte. Num certo momento, somos compelidos a voltar.
Aí voltei ao Nietzsche: torna-te quem tu és.
Estranho como é fácil andar distraído por aí e perder a trilha para si mesmo. É também verdade que aquilo que não te mata, te faz mais forte. Num certo momento, somos compelidos a voltar.
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