No fim da trilha, no meio da tarde seca de julho, dentro de um poço profundo, na água gelada e calma, estava eu, e aquilo tudo que perdi em algum lugar incerto.
Sem esperar ossos doerem, entrei, e saí, pra saber por onde andei, por onde não voltar, e que a turbulência ou tranquilidade são uma questão interior.
Voltei pelos mesmos 5.5 km, respirando plenamente, com a certeza de que fui liberta.
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